terça-feira, 30 de abril de 2013

Genealogia e história dos sobrenomes Leitão (Vilde Matos, Portugal) e Beirigo (Frutal-MG)


JOSÉ DA SILVA LEITÃO, filho de ANTONIO DA SILVA LEITÃO e de DONA MARIA JOAQUINA MANADAS, nasceu em Vil de Matos em 6 de janeiro de 1872 e faleceu em 12 de janeiro de 1961, sendo sepultado em Aracatuba-SP.Casou-se em ... com a DONA ANTONIA MARIA, natural de Rios Frios, Portugal,  e divorciou-se em 23 de abril de 1927, vindo para o Brasil como imigrante, onde foi trabalhar na Ferrovia Mogiana, na região de Frutal/ Uberaba/ Jaguara, região em que conheceu a viúva de um professor de língua francesa ( cujo nome não é conhecido) a DONA MARIA FAUSTA DA CONCEIÇÃO, filha de JERONYMO GONÇALVES BEIRIGO e MARIA VICENCIA DA CONCEIÇÃO ,cujo nome de solteira era SILVA BEIRIGO (nascida em ...de 1888) e falecida em Penápolis, São Paulo, em 27-02-50 com 62 anos, sendo sepultada em Aracatuba-(SP). Seu ex-marido, que também exercia atividades políticas, foi vítima de um crime. O Sr. Jose casou-se com ela,  adotando seus dois filhos, o Jose Coimbra e Joaquim Coimbra, e com ela teve mais outros filhos, que são, Antonio da Silva Coimbra, Anita Coimbra e Isabel Fausta da Silva. O pai da Maria Fausta, Jeronymo Gonsalves Beirigo, tinha seis filhos e seis filhas, e um grande fazendeiro,proprietário rural e político na região de Frutal-MG,e deserdou a filha quando ela recusou um casamento arranjado com um fazendeiro, pois preferiu casar-se com um professor, que também exercia um cargo político.Ela casou-se aos 15 anos, e enviuvou aos 19 anos.Antes de perder o marido, era carteira, entregava cartas a cavalo, e após a morte do esposo, em circunstâncias misteriosas,  ela foi obrigada a fugir
e abandonar sua propriedade, para não ser morta, e fugiu com seus dois filhos, José e Joaquim, que estava de colo, e meu avo a encontrou perto dos trilhos da estrada de ferro, hoje um ramal ferroviário desativado, perto de Conquista, e passou a viver com ela e a cuidar dos filhos do casamento anterior. Ela conseguiu um emprego de cozinheira na ferrovia, e preparava a comida da turma de manutenção de Jaguara. Meu pai conheceu um dos irmãos dela, que foi em Penápolis visitar a irmã, na década dos trinta. Estória contada pela filha do casal Jose da Silva Leitão e Maria Fausta da Conceição, a Isabel Fausta, que hoje reside na América.

Obs. O sr. Jeronymo Gonsalves Beirigo, foi mencionado em uma edição do Diário Oficial da União, do ano de 1936, em uma demanda sobre terras na região de Frutal/Conquista-MG.

sábado, 21 de julho de 2012

Genealogia e estória  dos nomes Leitão-Beirigo. Leitão, do meu avô JOSÉ DA SILVA LEITÃO, e BEIRIGO, de minha avó, MARIA FAUSTA DA SILVA, oriunda da região de Frutal-Planura (São Paulo). Se houver links que não funcionem, por favor me avisem.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A SAUDADE

A saudade

Saudade é felicidade,
Fora do alcance da mão,
Mas que se chama Saudade,
Sofrendo no coração.

Saudade boa é a que existe
Na espera... que há de chegar
Mas há uma saudade triste,
Que fica sempre a esperar..

A saudade é a permanência
Algo do amor que ficou,
Que,mesmo longe, na ausência
Só partiu, mas não se ausentou.

Saudade é amor, na lembrança
De quem ficou a esperar
É uma dor difusa e mansa
Que faz sofrer e sonhar.

Saudade é amor que se sente
No coração inseguro
É amor passado, presente,
Que ainda espera seu futuro.

Fere aos poucos, mansa fera
Maltrata mas não destrói
Saudade é dos que ainda espera,
É uma esperança que dói.

Não há remédio, estou doente
É doença este amor por ti,
Não te esqueço, e justamente
Por pensar que te esqueci.

Mentimos, estamos quites
Eu menti, mentiste, eu sei
E embora não acredites
Mesmo mentindo eu te amei

Não voltes, pois se voltares,
Não me veria aqui
É que hoje sou muitas faces
Mas por dentro, já morri.

Há momentos, acontece.
Puro, o amor pode ficar
Como duas mãos em prece,
Esquecidas, a rezar.

Quando maior é o carinho
As vezes tenho a impressão
De que conversam baixinho
Tua mão... em minha mão.


ANTONIO COIMBRA, 1917-2007.

domingo, 1 de agosto de 2010

Adeus Amigos

ADEUS AMIGOS


Foi um prazer conhecê-los
Deixo esta estrada, onde caminhei toda a vida
Com certeza, jamais tornarei a vê-los


Tive muitas alegrias, 
Também muitas tristezas,
De nada valeram as orações, 
De nada valeram os apêlos,
Eu estou me despedindo, 
Porque jamais tornarei a vê-los...


Para onde vou, eu não sei,
Vou atender aos chamados,
Eu sou pobre, e não um Rei, 
Pela minha honestidade,
Quero pagar meus pecados...


Se é que existe outra vida
Quero estar limpo dos pecados meus, 
Pela minha honestidade,
Não quero ficar devendo nada,
Nem a Deus.


Antonio Coimbra (1927-2007)

Meu pai, o autor, poderia escrever isto, sendo extremamente honesto e um homem de família, avesso a mentiras e traições, um exemplo para a comunidade.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

SEU OLHAR

Olhe para trás, veja os obstáculos que voce já superou, veja o quanto voce já aprendeu nesta vida e quanto voce já cresceu.
Olhe para a frente, não fique prostrado, levante-se quando tropeçar, estabeleça alvos e metas, prossiga com firmeza.
Olhe para dentro, sonde suas motivações, conheça e purifique seu coração, não deixe o orgulho, a vaidade e a inveja te dominar.
Olhe para os lados, socorra quem precisar de voce, ame o próximo e esteja sensível as suas necessidades.
Olhe para baixo, não pise em ninguém. Perceba os pequenos e aprenda com eles.
Olhe para cima, há um Deus maior que voce, que o ama e tem todas as coisas sob controle.
Olhe para Deus, e perceba a profundidade da riqueza e a abrangência de um Deus que está sempre olhando para voce.

Autor desconhecido
(se  voce souber quem é o autor, favor deixar um comentário)

sábado, 20 de março de 2010

POESIAS DE PÉ QUEBRADO

Alguém no Céu


Alguém no Céu, olha por mim.
Guarda segredos que eu tenho.
Moram no céu, anjos de luz
Que sabem de onde eu venho.

Meu Pai do Céu, olhai por mim
Quanto eu me sentir sozinho.
Mande do céu, um querubim.
Pra iluminar meu caminho...

Acalanto a uma criança

É tão tarde, a manhã já vem
Todos dormem, a noite também.
Só eu velo, por voce, meu bem.

Lá no céu, deixam de cantar
Os anjinhos, que foram se deitar
Mamãezinha precisa descansar...

Boi, boi da cara preta.
Pegue esta menina, que
Tem medo de careta....

ANTONIO COIMBRA, 1917-2007

sábado, 13 de março de 2010

VISITA A CASA PATERNA



VISITA A CASA PATERNA 
(L

LUIZ GUIMARÃES JUNIOR

Como a ave que volta ao ninho antigo,
Depois de um longo e tenebroso inverno,
Eu quis também rever o lar paterno,
O meu primeiro e virginal abrigo.

Entrei. Um gênio carinhoso e amigo,
O fantasma talvez do amor materno,
Tomou-me as mãe, olhou-me grave e terno,
E passo a passo, caminhou comigo.

Era esta sala... Oh se me lembro! E Quando!
Em que da luz noturna a claridade.
Minhas irmãs e minha mãe... O pranto
Jorrou-me em ondas, resistir, quem há de?
Uma ilusão gemia a cada canto,
Chorava em cada canto uma saudade....