Olhe para trás, veja os obstáculos que voce já superou, veja o quanto voce já aprendeu nesta vida e quanto voce já cresceu.
Olhe para a frente, não fique prostrado, levante-se quando tropeçar, estabeleça alvos e metas, prossiga com firmeza.
Olhe para dentro, sonde suas motivações, conheça e purifique seu coração, não deixe o orgulho, a vaidade e a inveja te dominar.
Olhe para os lados, socorra quem precisar de voce, ame o próximo e esteja sensível as suas necessidades.
Olhe para baixo, não pise em ninguém. Perceba os pequenos e aprenda com eles.
Olhe para cima, há um Deus maior que voce, que o ama e tem todas as coisas sob controle.
Olhe para Deus, e perceba a profundidade da riqueza e a abrangência de um Deus que está sempre olhando para voce.
Autor desconhecido
(se voce souber quem é o autor, favor deixar um comentário)
sábado, 20 de março de 2010
POESIAS DE PÉ QUEBRADO
Alguém no Céu
Alguém no Céu, olha por mim.
Guarda segredos que eu tenho.
Moram no céu, anjos de luz
Que sabem de onde eu venho.
Meu Pai do Céu, olhai por mim
Quanto eu me sentir sozinho.
Mande do céu, um querubim.
Pra iluminar meu caminho...
Acalanto a uma criança
É tão tarde, a manhã já vem
Todos dormem, a noite também.
Só eu velo, por voce, meu bem.
Lá no céu, deixam de cantar
Os anjinhos, que foram se deitar
Mamãezinha precisa descansar...
Boi, boi da cara preta.
Pegue esta menina, que
Tem medo de careta....
ANTONIO COIMBRA, 1917-2007
Alguém no Céu, olha por mim.
Guarda segredos que eu tenho.
Moram no céu, anjos de luz
Que sabem de onde eu venho.
Meu Pai do Céu, olhai por mim
Quanto eu me sentir sozinho.
Mande do céu, um querubim.
Pra iluminar meu caminho...
Acalanto a uma criança
É tão tarde, a manhã já vem
Todos dormem, a noite também.
Só eu velo, por voce, meu bem.
Lá no céu, deixam de cantar
Os anjinhos, que foram se deitar
Mamãezinha precisa descansar...
Boi, boi da cara preta.
Pegue esta menina, que
Tem medo de careta....
ANTONIO COIMBRA, 1917-2007
Marcadores:
ANTONIO DA SILVA COIMBRA
sábado, 13 de março de 2010
VISITA A CASA PATERNA
VISITA A CASA PATERNA
(L
LUIZ GUIMARÃES JUNIOR
Como a ave que volta ao ninho antigo,
Depois de um longo e tenebroso inverno,
Eu quis também rever o lar paterno,
O meu primeiro e virginal abrigo.
Entrei. Um gênio carinhoso e amigo,
O fantasma talvez do amor materno,
Tomou-me as mãe, olhou-me grave e terno,
E passo a passo, caminhou comigo.
Era esta sala... Oh se me lembro! E Quando!
Em que da luz noturna a claridade.
Minhas irmãs e minha mãe... O pranto
Jorrou-me em ondas, resistir, quem há de?
Uma ilusão gemia a cada canto,
Chorava em cada canto uma saudade....
Marcadores:
LUIS GUIMARAES JUNIOR,
POESIA
NÃO CHORES
Não chores, a lagrima é essência
do mais puro sentimento,
que a gente sente em nossa vida
chora-se por um amor perdido,
chora-se pela felicidade perdida,
chora a mãe ao ver partir
tão cedo, o anjinho querido,
fruto de seu ventre e de sua alma.
Seu coração, quase morto e combalido,
tenta esconder que ainda existe calma.
É em silência, olhando para os filhos,
Que se veem dois diamantes, translúcidos,
lhe rolarem pelas faces...
Autoria: ANTONIO DA SILVA COIMBRA, 1917-2007
Marcadores:
ANTONIO DA SILVA COIMBRA,
POESIA
sexta-feira, 4 de abril de 2008
terça-feira, 13 de novembro de 2007
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Assinar:
Postagens (Atom)





